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Entrevista: Eduardo Bertone
Postado por Tiago Pimentel em May 26, 2009 sob as tags Uncategorized |

Após publicarmos um artigo sobre seu trabalho aqui no Design in a Box (que você pode conferir acessando http://www.designinabox.nu/arte/eduardo-bertone/), o artista plástico, ilustrador e publicitário argentino Eduardo Bertone concordou em fazer esta entrevista para o blog. Para saber mais sobre seu trabalho, acesse seu site @ http://www.bertoneeduardo.com/ ou seu blog @ http://bertoneeduardo.blogspot.com/.

 

 

1 - Olá Eduardo, tudo bem? Gostaria de começar a entrevista pedindo que fale um pouco sobre você e do seu início como ilustrador e designer?

Eu sempre desenhei desde criança, então, a 10 anos atrás, decidi aplicar este gosto por desenho e encarar profissionalmente a carreira de designer gráfico e publicitário. Pouco tempo depois comecei a ilustrar. Ser ilustrador tem me motivado e influenciado meu trabalho como designer e isso por sua vez influência meu trabalho como artista plástico e vice-versa. Uma coisa motiva e impulsiona a outra.

A grande motivação, entretanto, veio com minhas primeiras colaborações para a revista Belio. Logo consegui mais projetos onde pude empregar o mesmo estilo, muitos deles em meios alternativos e comecei a me envolver com pessoas que queriam simplesmente fazer algo diferente. O próximo passo foi começar a criar coisas para mim mesmo e foi ai que percebi que gostava muito do que fazia.

 

 

2- Você teve alguma formação formal (universidade, escola de arte, etc) ou é auto-didata?

Estudei design gráfico aqui mesmo na Argentina e fiz um curso de ilustração em Madri. Não tenho nenhuma formação em artes plásticas, por isso me considero um pouco “Outsider”. Entretanto não renego a formação clássica em pintura, gostaria muito de ter estudado algumas técnicas de pintura. Simplesmente segui por outro caminho e hoje isso tudo é parte do meu estilo.

 

 

3 - Quais são suas fontes de inspiração? Costuma navegar pela internet? Se sim, quais são seus sites favoritos?

Me sinto muito atraído por Art Brut, Pop Art e arte urbana. Me sinto especialmente interessado pela nova geração de ilustradores como Nate Williams e seu site illustrationmundo.com e muitos outros portais culturais ou de ilustração que promovem novos talentos no mercado artístico e profissional, e que estão rompendo as regras.

 

 

4 - O que faz quando a inspiração não vem? Tem alguma técnica especial?

Não acredito em inspiração e sim em entusiamo. É algo que surge quando estamos fazendo alguma coisa. Por isso a única técnica que conheço é TRABALHAR!

 

 

6 - Fale um pouco sobre seu processo de criação?

Costumo pensar em dois processos: as vezes trabalho de forma complemente espontânea, começo a pintar para ver no que vai dar, procurando expressar o que sinto e não o que penso. Outras vezes tenho uma idéia muito clara do que quero contar e como contar. Há ainda as vezes que tento mesclar estas duas maneiras de trabalhar.

Técnicamente meu estilo é marcado por minha habilidades e limitações. Tenho habilidades por causa da minha experiência como ilustrador, design gráfico e publicitário e também limitações como pintor. Como não tenho formação acadêmcia em artes plásticas, sou obrigado a trabalhar de uma maneira espontânea e pessoal.

 

 

7 - Uma grande carecterística da sua obra é a mescla de materiais e suportes. Como chegou a este estilo?

Minhas próprias limitações me forçaram a experimentar novos materiais. Suportes recicláveis, spray, stencil, canetas, etc. Tento trabalhar o mais livremente possível e isso tem se refletido no que faço. É a principal sensação que quero transmitir. Também me divirto zombando deste mundo superficial, onde vivemos quase como robôs, totalmente saturados de imagens utilizadas para nos vislumbrar, criar desenhos, sonhos e insegurança. Aliás o sentimento de insegurança é algo muito presente em meu trabalho.

 

 

8 - Para terminar gostaria de saber o que aconselharia para quem está começando a carreria como designer gráfico, ilustrador ou artista plástico.

Aconselho que sejam abertos a novas experiências e que não se contentem e façam apenas o que aprendem estudando ou trabalhando. Sugiro também que se envolvam em projetos artísticos o máximo que puderem e o mais importante, que se divirtam fazendo o que gostam.

Agora só nos resta torcer para alguma galeria trazer o trabalho de Eduardo Bertone aqui para o Brasil. Segue abaixo a entrevista original em espanhol.

 

 

1 - Me gustaría empezar pidiendo por favor que hable un poco sobre usted, su historia y un poco de cómo se convirtió en un ilustrador / diseñador.

Siempre he dibujado, y comencé profesionalmente hace más de 10 años, como diseñador gráfico y publicista. Y luego como ilustrador. Eso me ha motivado e influenciado. Lo que hago profesionalmente influencia lo artístico y viceversa. Una cosa motiva y empuja a la otra.

Las primeras colaboraciones con la revista Belio empezaron a motivarme. Luego fui encontrando otros proyectos por el estilo, muchos medios alternativos, gente que simplemente quería hacer cosas. Pero cuando empecé por mi cuenta fue cuando realmente comencé a disfrutar de lo que hacia.

2 - ¿Ha tenido alguna educación formal (la universidad, la escuela de arte o es autodidacta?

Estudie diseño gráfico en Argentina y luego ilustración en Madrid. Artísticamente no tengo ninguna formación, por lo que soy un poco “Outsider”. No reniego de la formación clásica, me habría gustado tenerla. Simplemente elegí otro camino y eso ha marcado mi estilo.

3 - ¿Cuáles son sus inspiraciones? (diseño, arte, música, películas, lugares, etc.) 4 - ¿Le gusta navegar en la Internet? En caso afirmativo cuáles son sus sitios favoritos? ¿Cuáles son suyas fuentes de inspiración?

Me siento muy atraído por el Art Brut, Pop Art, el arte urbano. Y especialmente interesado por la nueva ola de ilustradores como Nate Williams con illustrationmundo.com, y muchos otros portales culturales o ilustración que promocionan gente ajena al mercado artístico y profesional, muestran un trabajo personal están rompiendo con todos las reglas.

5 - Tiene alguna técnica especial para cuando la inspiración no viene?

No creo en la inspiración, yo lo llamaría entusiasmo. Y solo llega cuando estas haciendo algo. Por lo que la técnica seria: A trabajar!

6 - Hable un poco sobre su proceso de creación.
7 - Una gran característica de su obra es la mezcla de materiales. ¿Como llegó a este estilo?
9 - ¿Cuáles son sus herramientas de trabajo?

Trabajo de las dos maneras: a veces trabajo de forma totalmente espontánea, pintar y ver qué pasa, expresando lo que siento y no lo que pienso. Pero a veces tengo una idea muy clara de lo que quiero contar. De hecho suelo mezclar ambas formas de trabajar.

Técnicamente mi estilo esta marcado por mis habilidades y limitaciones. Por mi experiencia como ilustrador, publicista y diseñador gráfico. Y mis limitaciones en la pintura. El no tener educación clásica en artes plástica me ha obligado a trabajar de una manera espontánea y personal. Por otro lado me he visto forzado a
utilizar soportes reciclados, aerosoles, stencil, rotuladores. La versatilidad del collage también influyo mucho. Intento trabajar libremente y que eso se vea reflejado en lo que hago. Es la principal sensación que quiero transmitir. También me divierto burlándome de este mundo superficial en el que vivimos como autómatas, totalmente saturados de imágenes utilizadas para deslumbrarnos, crearnos deseos, sueños e inseguridad. Esto último es algo muy presente en mi trabajo.

10 - Finalmente, ¿qué diría a quien está empezando en el mundo del diseño y ilustración?

Que sean abiertos, que no se queden solo con lo que aprenden estudiando o trabajando. Que estén vinculados a proyectos artísticos. Y sobretodo que encuentren la forma de divertirce haciendo lo que les gusta.

Gracias de nuevo, es un inmenso placer de hablar con usted y mostrar su
trabajo al público brasileño. Espero que un día podemos ver al vivo su trabajo en una galería aquí.

[ ]s

 

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